As reações de combustão são bastante comuns em nosso cotidiano e são também muito importantes, pois elas interferem na evolução de vários setores de nossa sociedade, sendo que o homem foi aprendendo a utilizá-las conforme a necessidade.
Por exemplo, o alimento que comemos é preparado por meio da combustão do gás de cozinha, que é formado em grande parte por gás butano (C4H10), ou por meio da combustão de lenha, carvão e outros combustíveis sólidos.
Outro exemplo que mostra a importância desse tipo de reação é a combustão de combustíveis fósseis, como o petróleo e seus derivados (gasolina, óleo diesel etc), e do etanol e dos biocombustíveis, para a geração de energia em indústrias e nos motores dos automóveis para fazê-los se movimentar.

A combustão é caracterizada por três partes necessárias:
Combustível
Material oxidável que é consumido, isto é, reage com o oxigênio, pegando fogo. Os combustíveis podem ser sólidos (carvão, madeira, papel), líquidos (gasolina, etanol e óleo diesel) e gasosos (gás butano, gás metano);
Comburente
Geralmente é o oxigênio do ar (O2(g)), que pode estar na forma pura ou misturado com outros gases, como acontece no caso do ar. Se não houver suprimento de oxigênio suficiente no ar, a reação não ocorre. No ar, temos cerca de 20% de O2(g), e o limite para que haja combustão é 9% para o carvão e 16% para os demais combustíveis.

Para que a reação de combustão se inicie, é necessária uma fonte de ignição, como uma faísca. Depois que a reação se inicia, a energia liberada na forma de calor providencia a energia necessária para que a reação continue até que todo o combustível ou comburente tornem-se escassos.

Assim, toda reação de combustão pode ser interrompida se eliminarmos um desses três fatores. Esse princípio é usado em combates a incêndios e é costume representar isso por meio do triângulo de fogo.
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