sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026

Composição e propriedade dos materiais

Por trás de cada embalagem que usamos existe um universo fascinante. Sua composição revela impactos que vão além do consumo. Entender isso é conectar química, sustentabilidade e nosso papel no mundo. 

Plásticos: são formados por macromoléculas chamadas polímeros, em sua grande maioria derivados do petróleo e compostos principalmente por carbono e hidrogênio. Em geral, esses materiais podem ser duráveis, impermeáveis e flexíveis, embora existam casos em que não apresentam essas características. Além disso, muitos plásticos apresentam baixa biodegradabilidade, mas algumas variedades são biodegradáveis ou desenvolvidas para esse fim. É responsável por um dos maiores problemas ambientais da atualidade: a dificuldade de decomposição desses materiais na natureza.

Papel e papelão:
 Eles são formados por milhões de fibras de celuloseum polissacarídeo composto por unidades de glicose (C₆H₁₂O₆) de origem vegetal, que se entrelaçam como uma teia invisível, dando força e resistência a esses materiais que usamos todo dia. Essa estrutura natural faz deles aliados incríveis na reciclagem e na biodegradação, ajudando a cuidar do planeta.

No entanto, não apresentam somente vantagens: quando molhados, suas fibras enfraquecem e perdem a forma, mostrando que, apesar de resistentes, esses materiais também têm seus limites.

São hidrofílicos, o que compromete sua estrutura ao serem molhados. 

Vidro: O vidro nasce da sílica (dióxido de silício), que, ao ser aquecida com outros óxidos a altíssimas temperaturas, transforma-se em um material transparente, duro e quimicamente estável. 

Sua estrutura amorfa, sem forma cristalina definida, permite moldagens diversas sem perder resistência.

Além de durável e inerte, o vidro é considerado um material altamente reciclável, podendo ser reaproveitado inúmeras vezes sem perda significativa de qualidade. 

Ainda assim, tem suas desvantagens: é pesado, frágil e sua fabricação consome muita energia.

Alumínio: é extraído da bauxita e altamente reciclável. 

Sua obtenção envolve um gasto energético elevado, especialmente na eletrólise da alumina (Al₂O₃), mas sua reciclagem demanda bem menos energia. 

Fonte:
https://acervocmsp.educacao.sp.gov.br/150847/1500833.pdf
https://acervocmsp.educacao.sp.gov.br/139140/1487801.pdf






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