As estrelas
brilham porque são vastas quantidades de hidrogênio transformando-se em hélio.
Nosso Sol consome sozinho seiscentos milhões de toneladas de hidrogênio por
segundo, convertendo-os em quinhentos e noventa e seis milhões de toneladas de
hélio.


Junto com o oxigênio, ele forma as nuvens, oceanos, lagos e rios.

O hidrogênio é o mais leve de todos os gases – até mesmo mais que o hélio – e muito
mais barato, o que explica seu uso nos primeiros veículos aéreos como o Hindenburg.
De certa forma, o hidrogênio é menos perigoso em um veículo do que a gasolina.
O hidrogênio é o elemento mais abundante e mais leve, e também o mais amado pelos físicos, pois, com apenas um próton e um elétron, suas adoráveis fórmulas da mecânica quântica funcionam perfeitamente com ele. A partir do momento em que você chega ao hélio, com dois prótons e dois elétrons, os físicos ficam agitados e deixam os químicos lidarem com ela.
Curiosidades:
Em
relação ao peso, 75% de todo o universo visível é hidrogênio. Ordinariamente, é
um gás incolor, mas vastas quantidades no espaço absorvem a luz das estrelas,
criando vistas espetaculares como a nebulosa da águia, reproduzida aqui pelo
telescópio espacial Hubble.


O Sol
funciona pela transformação de hidrogênio em hélio.
Densidade 0,0000899
Raio Atômico 53 pm
Estrutura Cristalina

-
Lucrécio, De Rerum Natura, 50 a.C.
Bibliografia:
GRAY,
Theodore. Os elementos: Uma exploração visual dos átomos conhecidos no universo.
São Paulo: Editora Blucher, 2011.
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