terça-feira, 24 de maio de 2016

Produção do álcool combustível

 O etanol pode ser obtido através da cana-de-açúcar, milho, beterraba, mandioca, batata, etc.

A matéria-prima é submetida a uma fermentação alcoólica, com atuação do micro-organismo Saccharomyces cerevisiae

Porém, a cana é a mais utilizada, pois apresenta maior produtividade. 

Etapas da produção do álcool combustível
A cana-de-açúcar é moída.

O bagaço é utilizado para ser queimado como combustível ou usado na alimentação do gado.

A garapa (suco) é aquecida e se transforma em melaço.
Na presença de leveduras, o melaço passará pelo processo de fermentação alcoólica, que dura cerca de 50 horas.

Bibliografia
Material de apoio ao currículo do Estado de São Paulo: Caderno do Professor, Química, Ensino Médio, 1ª Série. São Paulo: SE, 2014.
http://brasilescola.uol.com.br/geografia/etanol.htm

terça-feira, 17 de maio de 2016

Experiências com transformações químicas

Pasta de dente de elefante
A reação é produzida quando se mistura peróxido de hidrogênio (H2O2, também conhecida como água oxigenada – a água comum com um átomo a mais de oxigênio) misturado com um pouco de detergente e iodeto de potássio.

Ursinho de gelatina flamejante
Por ser um forte agente oxidante, o clorato de potássio reage violentamente com o açúcar, liberando uma grande quantidade de energia (calor).
O calor liberado na reação, que é do tipo exotérmica, provoca a combustão do oxigênio, queimando o doce.

Vela acendendo com a própria fumaça
Quando apagamos uma vela, fica um “rastro” de fumaça que contém gases inflamáveis. Assim, ao aproximarmos uma fonte de calor qualquer, esses gases entram em combustão, levando essa queima até o pavio da vela.

Polimerização de nitroanilina
Ocorre quando ácido sulfúrico concentrado é adicionado à nitroanilina, o que gera uma reação de polimerização – processo de conversão de monômeros (pequenas moléculas) em polímeros (macromoléculas).
A reação explosiva forma uma coluna esponjosa de carbono contendo gases como CO2, SO2 e NOx.

A serpente do faraó
Essa reação química conhecida como “serpente do faraó” se dá em três etapas e envolve tiocianato de mercúrio (II) e glicose (açúcar). Na primeira etapa, ocorre a combustão (ou queima) do açúcar (sacarose, C12H22O11(s)), que promove, como segunda etapa, a decomposição térmica do tiocianato de mercúrio (II), com a formação de nitreto de carbono, que é a massa marrom volumosa, além de dissulfeto de carbono e sulfeto de mercúrio (II). Na etapa 3, o sulfeto de mercúrio (II) liberado reage com oxigênio presente no ar, resultando em mercúrio (altamente venenoso) e dióxido de enxofre. Assim, o que dá volume à serpente são os gases liberados.

Bibliografia:

http://guiadoestudante.abril.com.br/blogs/divirta-estudando/8-gifs-que-ensinam-sobre-ciencia/

Fatores que interferem nas interações e transformações químicas

O tempo gasto.
A absorção e a liberação de energia.
A possibilidade de se reverter esses processos.

Há na natureza transformações que podem ser rápidas ou lentas e que esse aspecto pode ser controlado ou modificado.
Os processos de calcinação usados durante o período colonial em alguns países, duravam cerca de três dias para completar a transformação do calcário em gás carbônico e cal viva.

Com a modernização dos fornos, o tempo de produção diminuiu para apenas algumas horas.

O fator tempo
Importância de se reduzir o tempo de cozimento dos alimentos e de se aumentar o tempo envolvido na deterioração dos mantimentos.

O fator energia
Algumas transformações químicas vão liberar energia, comumente na forma de energia térmica (queima da madeira), ao passo que outras vão absorvê-la (o cozimento de um ovo).

Fenômeno endotérmico absorve energia na forma de calor.

Fenômeno exotérmico evidenciada pela mudança de cor.

Transformação revertível
É quando os reagentes são facilmente recuperáveis sem a adição de novos materiais.

Exemplo: derretimento da parafina na produção de vela e a desidratação do sulfato de cobre pentaidratado.

Transformação irrevertível
É quando não se consegue recuperar os reagentes, a não ser pela adição de outros materiais e por meio de outros procedimentos.

Exemplo: corrosão de um portão de ferro, a dissolução de um comprimido efervescente de sal de fruta, queima do carvão.

Nas transformações reversíveis a formação do produto e a regeneração do reagente ocorrem ao mesmo tempo e seguem os mesmos caminhos.

Exemplo: gelo, amassar um papel, transformar tecido em roupa.

Nas transformações revertíveis o caminho de reação da regeneração dos reagentes não precisa ser o mesmo da formação do produto nem a reação precisa se processar nos dois sentidos ao mesmo tempo.

Transformações instantâneas:
Queima de diversos materiais, explosão de fogos de artifício, efervescência de água oxigenada em contato com uma ferida.

Transformações não instantâneas:
Corrosão de estátuas de mármore, apodrecimento de alimentos, cozimento de alimentos.

Bibliografia
Fonte: Material de apoio ao currículo do Estado de São Paulo: Caderno do Professor, Química, Ensino Médio, 1ª Série. São Paulo: SE, 2014.